FONTE: Ag. Brasil
BLOG VOLTADO À ÁREA JURÍDICA E AO CONTEÚDO INFORMATIVO DIVULGADOS NOS DIVERSOS CANAIS E VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO. NÃO HÁ HORA CERTA PARA AS POSTAGENS. QUALQUER INFORMAÇÃO, AQUI INSERIDA, NÃO CONTÉM OPINIÃO PRÓPRIA E REFERÊNCIA A QUALQUER TIPO DE PRECONCEITO; APENAS O INTUITO DE INFORMAR E DIVULGAR.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
FONTE: Ag. Brasil
sábado, 11 de setembro de 2010
FONTE: OAB-RJ
Notícia publicada em 09.09.2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
FONTE: ÚLTIMA INSTÂNCIA
sexta-feira, 18 de junho de 2010
FONTE: OAB-RJ/ Do jornal O Estado de S. Paulo
sábado, 12 de junho de 2010
FONTE: FOLHA ONLINE
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Chefe do Parlamento afirma que Irã desistirá de pacto com Brasil e Turquia caso sofra novas sanções da ONU. Presidente, entretanto, prefere manter tom conciliador, apesar de potências rejeitarem intercâmbio de urânio.
FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO / DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Nesta sexta-feira, em Istambul, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, disse que ainda espera que o acordo possa abrir caminho para uma solução negociada.
Não se pode pedir confiança ao Irã com ameaças, diz Amorim
Em entrevista à BBC Brasil, ministro afirma que países ocidentais não acreditavam em acordo.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta sexta-feira, em entrevista à BBC Brasil, que as potências ocidentais não podem pedir confiança ao Irã e ao mesmo tempo "fazer ameaças".
"Você sempre poderá encontrar outros problemas, outros defeitos, para justificar que a situação mudou", acrescenta.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Uma emenda apresentada pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), entretanto, estabeleceu que a proibição só valerá para sentenças proferidas após a promulgação da lei.
Não há consenso, no entanto, para a aplicação da lei na eleição de outubro.
Para alguns, caso o projeto seja sancionado por Lula antes das convenções que definem os candidatos, as regras podem ser aplicadas; outros parlamentares dizem que a proposta teria de ter sido aprovada em 2009 para poder valer neste ano. Essa questão deve ser decidida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, já entrou com um questionamento no tribunal sobre a validade da lei, mas o TSE ainda não se pronunciou.
O Ficha Limpa é um projeto de iniciativa popular: recebeu 1,6 milhão de assinaturas e foi apresentado ao Congresso em setembro do ano passado.
O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) estimou que cerca de 25% dos futuros candidatos devem ser barrados com a nova lei. “Eu acredito que o número vai ser muito grande, pelo menos 1 em cada 4, porque tem muita gente acostumada a praticar irregularidades e o leque de crimes que passam a provocar inelegibilidade se amplia muito”, disse o democrata.
Para o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), o texto "ainda precisará ser aperfeiçoado no futuro, porque ainda é muito genérico, pode cometer injustiças e não pegar quem tem que pegar. Mas é um avanço, sem dúvida”.
O secretário-geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Dimas Lara Barbosa, que dirige uma das instituições que promoveram o projeto, afirma que a nova lei vai inibir os criminosos. “Ao recorrer, o recurso ganhará prioridade para ser julgado. Então, se o candidato tiver culpa no cartório, ele vai preferir cumprir os trâmites normais da justiça e abrir mão da eleição, porque se recorrer ele pode ser preso.”
Ainda segundo ele, a expectativa é que a nova lei abra precedentes para que a ética no trato com as coisas públicas se amplie.
Mais cedo, o presidente da República em exercício, José Alencar, defendeu a aprovação do projeto. “Tenho pedido para que votem [o Ficha Limpa], o Brasil precisa disso. Aliás, a impunidade não pode continuar no país, é preciso que haja rigor em todas as investigações e também no cumprimento da lei”, disse Alencar.
Cientista político contesta
Para o cientista político e sócio da CAC Consultoria Política, José Luciano Dias, ainda existe a possibilidade de que o STF (Supremo Tribunal Federal) conteste a validade legal do projeto.
Dias afirma que a iniciativa é importante, mas viola o direito individual da defesa. “Eu acho que, no formato que veio da Câmara, ele vai ser objeto de uma contestação judicial por aquelas pessoas que, eventualmente, sejam prejudicadas.”
Além disso, Dias acredita que seja pouco provável que o projeto entre em vigor este ano, uma vez que ele contraria o artigo 16 da Constituição Federal. O texto diz que “a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”.