BLOG VOLTADO À ÁREA JURÍDICA E AO CONTEÚDO INFORMATIVO DIVULGADOS NOS DIVERSOS CANAIS E VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO. NÃO HÁ HORA CERTA PARA AS POSTAGENS. QUALQUER INFORMAÇÃO, AQUI INSERIDA, NÃO CONTÉM OPINIÃO PRÓPRIA E REFERÊNCIA A QUALQUER TIPO DE PRECONCEITO; APENAS O INTUITO DE INFORMAR E DIVULGAR.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
FONTE: Ag. Brasil
terça-feira, 14 de setembro de 2010
FONTE: TJRJ
Notícia publicada em 10/09/2010 18:22
sábado, 14 de agosto de 2010
FONTE: UOL / FABIANE ROQUE - DO RIO
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Fonte: TRT 24
terça-feira, 29 de junho de 2010
FONTE: FOLHA ONLINE / RODRIGO VIZEU - DE BELO HORIZONTE
terça-feira, 18 de maio de 2010
De acordo com nota da Federação Nacional do Policiais Federais (Fenapef), os profissionais pedem a reestruturação da carreira e da tabela salarial da categoria.
Amanhã, os policiais farão uma avaliação do diretor-geral, superintendentes e chefes de delegacia em todas as unidades da PF no país.
FONTE: FOLHA ONLINE / AGÊNCIA ESTADO - SP
Em novembro do ano passado, O GLOBO publicou série de reportagens que ligavam Wider ao lobista Eduardo Raschkovsky, acusado por políticos, advogados e empresários de vender sentenças judiciais. No dia 26 de janeiro, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em decisão unânime, afastou o corregedor e abriu processo administrativo disciplinar para investigá-lo.
O e-mail falso, enviado em nome de Chico Otavio, um dos autores das reportagens, conclamava os desembargadores do TJ, com a "garantia do sigilo de fonte", a contribuir para uma suposta série do jornal que teria como alvo o desembargador Luiz Zveiter, presidente do tribunal. Para a delegada Helen Sardenberg, responsável pela investigação, a intenção da fraude era exibir um suposto apetite denuncista do repórter e indispô-lo com a magistratura fluminense.
A investigação policial, iniciada logo após a difusão do e-mail falso, levou pouco mais de um mês - com três quebras de sigilo eletrônico e uma autorização para interceptação telefônica - para chegar a Thiago da Silva, de 24 anos, funcionário há quatro anos da empresa Stefanini it Solution, que presta suporte aos usuários do TJ.
Investigação agora terá de ir para o STJ
A partir do e-mail falso (chicootaviooglobo@ gmail.com), a polícia obteve do Google, provedor do correio eletrônico, o endereço numérico (IP) e os registros de acessos do usuário. Em seguida, descobriu que o falsário usara uma linha da Vivo, a 9521-4655, para se conectar.
As empresas só forneceram os dados depois que a juíza Simone de Maria Ferraz, da 16aVara Criminal da capital, quebrou, a pedido do promotor Luís Otávio Figueira Lopes, o sigilo eletrônico das mensagens.
As informações da Vivo revelaram que a linha telefônica estava cadastrada em nome de Beroaldo Carneiro Evangelista e que o endereço fornecido era Rua dos Caetés 85, casa 2 (RJ). Ambos eram falsos: Beroaldo, um rapaz de Boa Vista, capital de Roraima, nunca pisara no Rio, e o endereço ficava na Favela do Timbau.
Nova informação, fornecida pela Vivo, abriu outra linha de apuração: o falsário, para acessar a internet, instalara o chip em seu celular. Com a interceptação do aparelho, os policiais ouviram, na sexta-feira passada, uma conversa em que o fraudador finalmente se identificara ao seu interlocutor: era Thiago.
Levado à delegacia, o técnico contou que, após dar assessoria técnica ao gabinete de Wider, foi chamado pelo desembargador para instalar uma rede WiFi em sua casa.
Wider teria gostado do serviço, contratando o rapaz, por R$ 700 mensais, para fazer a manutenção dos computadores de sua residência.
Quando as denúncias foram publicadas, contou Thiago, Wider teria pedido a ele para que criasse mecanismos "para atrapalhar a investigação do jornalista Chico Otavio". Em janeiro, o desembargador teria solicitado ao técnico "alguma maneira de desvalorizar a credibilidade do jornalista dentro do TJ" e pediu que "mandasse e-mails de forma anônima".
A revelação sobre o envolvimento do desembargador interrompeu o inquérito. Como Wider tem foro privilegiado, o relatório foi entregue para o Ministério Público estadual, que deverá remetê-lo à Procuradoria Geral da República, já que desembargadores só podem ser investigados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
FONTE: OAB/RJ