BLOG VOLTADO À ÁREA JURÍDICA E AO CONTEÚDO INFORMATIVO DIVULGADOS NOS DIVERSOS CANAIS E VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO. NÃO HÁ HORA CERTA PARA AS POSTAGENS. QUALQUER INFORMAÇÃO, AQUI INSERIDA, NÃO CONTÉM OPINIÃO PRÓPRIA E REFERÊNCIA A QUALQUER TIPO DE PRECONCEITO; APENAS O INTUITO DE INFORMAR E DIVULGAR.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
sábado, 6 de novembro de 2010
FONTE: FOLHA ONLINE / DA FRANCE PRESSE, EM SWIEBODZIN (POLÔNIA)
sábado, 11 de setembro de 2010
FONTE: OAB-RJ
Notícia publicada em 09.09.2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
FONTE: Ag. Senado
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
FONTE: OAB-RJ / Do jornal O Estado de S. Paulo
sábado, 14 de agosto de 2010
Bactérias na ponta de uma agulha, um piolho escondido nos cabelos ou um ácaro sobre a cabeça de uma formiga são exemplos do mundo microscópico que, a partir de agora, poderão ser conferidos em três dimensões. Trata-se de um projeto espanhol apresentado nesta quinta-feira em Madri.
Os pesquisadores criaram as imagens em 3D a partir de observações realizadas em microscópio. Com elas, é possível ver detalhes que através do antigo aparelho não seria possível.
FONTE: FOLHA ONLINE / DA EFE
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
FONTE: OAB-RJ / Da revista eletrônica Conjur
Notícia divulgada em 30/07/2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
FONTE: UOL NOTÍCIAS / Por Victoria Bryan / REUTERS
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
FONTE: AG. CÂMARA
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Uma emenda apresentada pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), entretanto, estabeleceu que a proibição só valerá para sentenças proferidas após a promulgação da lei.
Não há consenso, no entanto, para a aplicação da lei na eleição de outubro.
Para alguns, caso o projeto seja sancionado por Lula antes das convenções que definem os candidatos, as regras podem ser aplicadas; outros parlamentares dizem que a proposta teria de ter sido aprovada em 2009 para poder valer neste ano. Essa questão deve ser decidida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, já entrou com um questionamento no tribunal sobre a validade da lei, mas o TSE ainda não se pronunciou.
O Ficha Limpa é um projeto de iniciativa popular: recebeu 1,6 milhão de assinaturas e foi apresentado ao Congresso em setembro do ano passado.
O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) estimou que cerca de 25% dos futuros candidatos devem ser barrados com a nova lei. “Eu acredito que o número vai ser muito grande, pelo menos 1 em cada 4, porque tem muita gente acostumada a praticar irregularidades e o leque de crimes que passam a provocar inelegibilidade se amplia muito”, disse o democrata.
Para o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), o texto "ainda precisará ser aperfeiçoado no futuro, porque ainda é muito genérico, pode cometer injustiças e não pegar quem tem que pegar. Mas é um avanço, sem dúvida”.
O secretário-geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Dimas Lara Barbosa, que dirige uma das instituições que promoveram o projeto, afirma que a nova lei vai inibir os criminosos. “Ao recorrer, o recurso ganhará prioridade para ser julgado. Então, se o candidato tiver culpa no cartório, ele vai preferir cumprir os trâmites normais da justiça e abrir mão da eleição, porque se recorrer ele pode ser preso.”
Ainda segundo ele, a expectativa é que a nova lei abra precedentes para que a ética no trato com as coisas públicas se amplie.
Mais cedo, o presidente da República em exercício, José Alencar, defendeu a aprovação do projeto. “Tenho pedido para que votem [o Ficha Limpa], o Brasil precisa disso. Aliás, a impunidade não pode continuar no país, é preciso que haja rigor em todas as investigações e também no cumprimento da lei”, disse Alencar.
Cientista político contesta
Para o cientista político e sócio da CAC Consultoria Política, José Luciano Dias, ainda existe a possibilidade de que o STF (Supremo Tribunal Federal) conteste a validade legal do projeto.
Dias afirma que a iniciativa é importante, mas viola o direito individual da defesa. “Eu acho que, no formato que veio da Câmara, ele vai ser objeto de uma contestação judicial por aquelas pessoas que, eventualmente, sejam prejudicadas.”
Além disso, Dias acredita que seja pouco provável que o projeto entre em vigor este ano, uma vez que ele contraria o artigo 16 da Constituição Federal. O texto diz que “a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”.